Neste mundo em que nascemos
Anda invisível o mal que não vemos
E nosso lar, que não esquecemos,
Cheira ainda ao que conhecemos.
Mas e se esta peste inodora não
Passa? Odiamos o quê senão
A proibição de aliviar a comichão
Do rosto com os dedos da mão?
Por agora, aguentamos, resistimos
E sussurramos que conseguimos
Tratar deste bicho que descobrimos
Só agora e que não tarda extinguimos.