Monthly Archives: Novembro 2016

Para bom respeitador, meio-respeito não basta.

Pensando sobre o Respeito… Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…Pensando sobre o Respeito…

 

Para bom respeitador, meio-respeito não basta…


Eu tento…

Eu tento uma, duas, três
e volto a tentar mais uma vez,
mas, e não pouco, já estou farto
que estejas tão farta de mim.
Não percebo que não percebas
que me afastas, que me desamas
todos os dias um pouco mais
Pelo menos de um simples sorriso.
Custa soltar uma gargalhada?
Não sei… mas hei, escuta: se é
isso que queres, eu vou-me, é
isso: vou-me ou para aqui fico
e nunca mais te pico nem repico.
Para que precisas tu de alguém
que seja um fantasma, um zé-ninguém?
Tento amar-te em corações, paixões,
beijos, desejos de boa noite e de
bom dia… para quê? Para dizeres que
sou só um sonso? Um falso fingido?
Só falta dizeres que te finjo amar
mesmo quando te rimo até ficar sem ar.
Não aguento que mesmo longe te afastes,
não suporto que mesmo longe me arrastes.
Até me posso ter dado a ti, mas eu volto
até mim próprio e, mesmo que seja impróprio
Para o meu peito e doa mais que a própria
Morte, eu solto-te e solto-me em lágrimas
dando um pequeno salto desde o alto para onde
te fique falto. Foste tu, calada, que assim o
quiseste ao fazeres-te tão agreste…


Dá-me um segundo, ainda não te disse adeus…

 

Há dias em que a nostalgia nos arrebata e ficamos encantados nela por entre sublimes melodias e simples letras. Depois há dias em que essa música nos trás também esperança, garra e vontade de lutar. A vida é assim: não se define por uma simples emoção, mas sim por uma mixórdia delas.

Obrigado D.A.M.A por esta bela música Era Eu.

Muito obrigado…

 


Ideias Conservadoras

Não sei quanto a vocês, mas tenho para mim que estes acelerados tempos de progressos, e não estou a falar do progresso científico e muito menos do tecnológico, estão a pôr de parte certos costumes e tradições da nossa sociedade, transformando-os paulatinamente em conceitos de velhos idosos ou de jovens conservadores.

A descrição e subtileza das senhoras meninas e das senhoras mulheres, antes de férrea necessidade, transformou-se hoje em meros preconceitos do passado. Perguntem-me: tens queixas? Eh… Depende. O que nos seduz, homens, está entre o final da manga da camisola que esconde e a ponta dos dedos despidos; portanto, não sou assim tão adepto das meninas da Casa dos Degredos…

Perguntem-me o que acho daqueles linguados ostensivos entre homossexuais e digo-vos que acho o mesmo dos linguados ostensivos dos heterossexuais: magníficos, apaixonados e, às vezes,  até uma certa leva de esperança na humanidade. Todavia, não consigo perceber as singularidades das “bichas ofendidas” e “paneleirices crispadas” que se adoram exibir de forma escandalosa no meio da rua e dos bares.

E o que acho dos penteados do Neymar e do Hulk? Foda-se… Verdadeiras obras de “arte” por parte dos cada vez mais requintados cabeleireiros (e não barbeiros) de topo! Símbolos de marcas na nuca! Poupas cheias de gel! E até cortes de tropa modernos com risquinhas cheias de “estilo”… Credo! Desculpem-me a heresia, mas talvez aquela lista de penteados norte-coreanos servisse a alguns dos espécimes mais distintos da nossa pobre gente.

Portanto, e concluindo este pequeno desabafo, os valores tradicionais da descrição e da subtileza, escondendo o sumo intrínseco que verdadeiramente importa,  padecem actualmente de um certo risco de extinção enquanto a noção de ridículo caminha lentamente, mas ainda assim rápida demais, para um sedimento arcaico da nossa história e que, por isso mesmo, está cada vez mais necessitado de ser conservado por quem ainda preza um pouco o valor do verbo ser em vez do verbo parecer.


Doença da Imagem

Subtilmente, a ciência publicitária tem-se desenvolvido à nossa frente com tal eficiência que me surpreende tanto quanto me assombra.

Antes, eram os anúncios das peixeiras, dos sapateiros e das demais bancas dos mercados e das feiras que nos chamavam. Nos primórdios do século XX, aos anúncios dos jornais seguiram-se os reclames nos intervalos das rádios e dos programas televisivos. Há uns anos, não se bastando as empresas com os intervalos, iniciou-se a moda de introduzir em pequenos detalhes de certos filmes ou eventos desportivos certos pormenores publicitários, como a bebida preferida de todos na mão do protagonista ou as chuteiras nos pés dos atletas que todos os rapazes devem usar para jogar futebol. Mais recentemente, a explosão tecnológica veio introduzir nas janelas dos nossos computadores uma vasta rede de anúncios publicitários de todos os tipos ainda maior e, última moda, até as letras das músicas e respectivos videoclipes se encontram hoje pagos pelos elevados investimentos publicitários.

Provavelmente, e tomando aqui o bidente do Diabo, sem a ajuda de todas estas campanhas publicitárias não teríamos conhecimento de maior parte dos produtos que temos em casa, que vestimos no corpo ou que usamos no telemóvel. Todavia, se isto é verdade, mentira também não é que o culto da imagem ganhou um peso fundamental no balanço financeiro das empresas; peso este que, com igual probabilidade, se contrabalança com a redução de investimento na qualidade do produto e do serviço que se vende. Para quê investir no todo do produto se podemos investir apenas e tão só na imagem do produto?

Com efeito, a arena mercantil passou a apresentar duelos de imagens e de marcas, relegando os duelos entre maior qualidade versus menor qualidade para a secundariedade; ao invés de ser o contrário.

E quem sofre com isto tudo?

Em primeiro lugar: os consumidores. Pagamos balúrdios para todos os anos substituirmos os nossos telemóveis topo de gama por outros mais recentes ainda e, caso não optemos por tal comportamento, findo o período de garantia lá se vai o telemóvel, o computador e o carro e a casa e até o caneco que deixou de ser de loiça e passou a ser de plástico. Poucas carteiras existem que aguentem este ritmo e as que tentam tendem a declarar em pouco tempo a insolvência pessoal.

Em segundo lugar: a sociedade. A permanente inovação, quase mensal, de novos produtos criou uma exigência consumista da própria sociedade. Queremos sempre o mais recente telemóvel, a vestimenta mais recente, o penteado mais recente… tudo sempre com o objectivo de para o próximo ano voltarmos a mudar o que temos para, inutilmente, tentarmos mudar quem somos. Isto cria o inevitável desequilíbrio ente o verbo ser e ter – algo que, infelizmente ou felizmente, alimenta sobremaneira os meus pensamentos na maior parte do tempo.

Em terceiro lugar: o ambiente. Água, ar, metal, combustíveis, florestas, plantações e animais; nada escapa. Hoje em dia, todos estes recursos escasseiam, mas nada chega para alimentar os cada vez mais curtos ciclos de renovação de modas publicitárias. O ser humano não quer mais deste planeta; quer tudo o que há no Universo e mesmo este tudo talvez não lhe chegue. No entanto, o marketing instiga ainda mais e mais as pessoas a consumir e a consumir tudo o que há para consumir neste planeta a um ritmo completamente desenfreado e que todos sabemos não ser sustentável.

Portanto, se quiserem que a nossa cama planetária aguente mais um pouco até podermos ir todos para Marte ou para mais longe ainda, façam como eu: comprem o essencial, sempre pelo critério da utilidade e da duração, e não se deixem envenenar pelas marcas e pela Doença da Imagem.


O que são os Estados Unidos da América?

Como resumir aquelas cinquenta estrelas num simples texto?

Revolucionários revoltados com revólveres que expulsaram os ingleses das suas terras!!!!!

Lutadores da Liberdade!!! Defensores da Democracia!!! Mestre e Escravos!!! Revolta e Guerra Civil!!!!!!!!!!!!!!

Imigração e melting pot!!! Industrialização e devastação ambiental!!!!!!!!!

Grande Depressão!!!!!!!!!!!!!!!

I e II Grande Guerra Mundial!!! Bomba Atómica e Nuclear!!!!!!

Filmes e Capitalismo!!! Capitalismo e Filmes!!! Marketing e Marketing!!!!!!!

Ingerência contínua nos países aliados e não aliados!!!!!!!

Vietname!!! Kuwait!!!

11 de Setembro!!!!!!!!

Afeganistão!!! Iraque!!!!!!!

Crash!!!!!!!

Ignorância!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Trump…

Talvez se perguntem porque uso eu tantos pontos de exclamação?

Porque os americanos são bastantes barulhentos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


“If you will not be turned, you will be destroyed!”